Origem dos dados de fluxo

Metodologia
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  1. Entrevistas domiciliares

1.1 V1.0: Total – 13.142.  São Paulo – 7.885.  Rio de Janeiro – 5.257.

1.2. Método amostral probabilístico com seleção aleatória de setores censitários, dos domicílios nestes setores e de 1 morados de cada domicílio.

1.3. Duração do campo: abril/16 a dezembro/17.

1.4. Levantamento de todos trajetos (origem, destino, motivo e modo) realizados no último dia útil e último dia de final de semana mais próximo da data da entrevista de cada respondente.

 

2. Dados de deslocamento de celulares

2.1. Mês Base: março/17.

2.2. Todos usuários Vivo que se deslocaram pelas antenas das operadoras nas praças do projeto.

2.3. Total de trajetos: mais de 410 milhões.

2.4. Dados disponíveis no sistema somente a partir da versão 2.0.

 

3. Modelagem de tráfego

3.1. Os dados de origem, destino e modo de cada trajeto levantado nas entrevistas domiciliares são lançados em sistemas de geração de rotas para extrair as rotas mais rápidas para cada trajeto.

3.2. Todos os trajetos são lançados em sistema de geolocalização, gerando volumes de tráfego para cada trecho de via da cidade, dentro da área de visibilidade de uma face publicitária.

3.3. Todo o volume de tráfego medido entre um par de antenas é modelado para gerar os trajetos mais prováveis entre estas antenas, considerando o modo a partir de dados prévios de pesquisas de Origem/Destino para gestão de tráfego urbano.

3.4. Todo o volume modelado é lançado no mesmo sistema de geolocalização, gerando volumes de tráfego para cada trecho de via da cidade, dentro da área de visibilidade de uma face publicitária.

3.5. O perfil demográfico dos volumes acumulados das duas fontes é o levantado na pesquisa domiciliar.

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